• 25th April 2008 - Por Babi Arruda

    COLUNA VIDA DE BALZAC

    por: Babi Arruda

    Meu nome é Balzaquiana, muito prazer!

    Ei, você aí! Você mesma! Não adianta se esconder e nem disfarçar usando modelitos descolados. Vem cá, mostra o RG. Vamos, deixa de frescura! O falsificado não né! Deixe-me ver…Rá, eu sabia! Seja bem-vinda cara colega ao clube das mais belas, perigosas, perversamente inteligentes e devassamente gostosas mulheres da sociedade contemporânea mundial: as balzaquianas!

    Porque para quem não sabe existe vida depois dos 30 e uma vida simplesmente maliciosa, charmosa, saborosa, vigorosa, glamurosa, cheia de emoções, mistérios e realizações sem iguais, pois como disse Balzac: “a mulher de trinta anos pode se fazer jovem, desempenhar todos os papéis, ser pudica e até embelezar-se com a desgraça”.

    Mas é lógico que quando o marcador sai da casa dos 20 bate aquela nóia de como será a vida de Balzac. Olha, na verdade não muda nada, o que muda é a nossa cabeça, o quão bem aceitamos essa passagem dos ponteiros. Tudo é uma questão de auto-aceitação!

    Já sei que você vai dizer sobre a lei da gravidade, o acúmulo de gordura em regiões chaves para a sedução, blá, blá, blá…Querida, realiza bem! Plástica, lipo, silicone, drenagem linfática, massagem modeladora, sem contar os métodos naturais e mais econômicos como ginástica localizada, musculação, spinning, corrida, natação etc, etc, etc.

    Pára com isso nêga! Você acha mesmo que aquelas anorexicas novinhas com pernas de cambito são modelos de beleza? E você ainda acredita que a Juliana Paes não tem celulite? Cá entre nós, ela já confessou que tem. Aliás, celulite faz parte do atributo feminino. Um homem ao descrever uma mulher deveria dizer assim: “Nossa, olha só que mulher bôua, que peitão, olha as pernas gostosas e a bundinha arrebitadinha. Mas que celulites são essas meu irmão?! Gamei, essa é pra casar”!

    Isso, a mulher deveria ser definida pelo nível de gostosura das celulites! Tenho certeza que isso ajudaria na conservação da biodiversidade do planeta! Pois viva a diversidade, seja ela bio ou não!

    30 nada mais é que um número cabalístico para definir o ápice da maturidade feminina ou então o ponto de partida para longos anos de terapia. Sim, porque nessa idade começam os questionamentos: Por que casei tão cedo? Será que pega mal estar solteira nessa idade? Putz, divorciada aos 30? Ai, beijei um garoto de 18 na balada ontem, e agora? Nossa, aquele senhor de 60 está me xavecando, num é velho demais pra mim não?!

    Enfim, são vários tipos de mulheres, são várias mentes borbulhantes e ansiosas por respostas as suas inquietações trintonas. É muito difícil colocar no papel, quero dizer, na tela do computador todas as situações que essas lindas Perséfones vivem no seu cotidiano, mas tentarei colocar algumas situações inusitadas aqui, para dividir também com vocês minhas dúvidas e revoltas, minhas alegrias e momentos de pura felicidade porque meu nome é Balzaquiana, muito prazer!

    Babi Arruda atua como repórter e assessora de imprensa há 9 anos, geralmente voltada para as editorias de comportamento, cultura e entretenimento. Graduada em Jornalismo pela Universidade Católica de Santos (Unisantos), possui aperfeiçoamento em Comunicação Integrada, Marketing Institucional e também extensão em Assessoria de Imprensa pela mesma instituição. Autora do blog
    A Esperança da Caixa de Pandora
    – onde aborda diversos temas da atualidade e possui uma coluna no Portal da TV Tribuna - afiliada da Rede Globo na Baixada Santista e Vale do Ribeira.

  • 4 Comentários sobre “Babi Arruda – Meu nome é Balzaquiana, muito prazer!”

    • Eduardo Guedes on 25/04/2008

      Exelente artigo, espero que minha esposa leia.
      Parabéns pelo blog

    • Isadora on 25/04/2008

      Legal, é sempre bom ler textos assim.. continue escrevendo.
      bjus

    • Rogério Souza on 27/04/2008

      Babi, vejo que será promissora sua participação no blog. Isso também porque eu serei um leitor assíduo daqui. Seus textos pelo que já percebi, me ajudarão a entender melhor as mulheres, em especial as minhas. Beijo e sucesso para você!

    • [...] do meu primeiro artigo aqui nesta coluna, transcrevi um trecho da declaração de Balzac, uma mulher de 30 sabe o que faz sem perder a [...]

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