Fotos e Vídeos do Acidente com o Vôo JJ 3054 da TAM em São Paulo

A TAM divulgou, na manhã desta quarta-feira (18), comunicado informando que o Airbus que sofreu acidente em São Paulo levava 186 pessoas _a informação anterior é que 176 estavam a bordo. A aeronave derrapou na pista do Aeroporto de Congonhas, na noite de terça-feira (17), atravessou uma avenida e bateu em um prédio de carga e descarga da companhia aérea, causando explosão e incêndio.
As equipes do Corpo de Bombeiros tinham retirado, até as 8h20, 90 corpos de vítimas do acidente do vôo JJ 3054.
Veja a íntegra da nota da TAM:
“De acordo com os últimos levantamentos feitos pela TAM, a aeronave que realizou o vôo JJ 3054 transportava 162 passageiros; 18 funcionários da empresa e seis tripulantes (dois comandantes e quatro comissários), totalizando 186 pessoas a bordo.
Perguntas sem respostas sobre o acidente com o avião da TAM
O acidente com o avião da TAM, vôo JJ 3054, que saiu da pista do Aeroporto de Congonhas e se chocou com um depósito da companhia aérea matando ao menos 176 pessoas, nesta terça-feira (17), em São Paulo, deixou uma série de perguntas ainda sem resposta. O G1 listou alguma delas abaixo:
- Por que a pista foi liberada?
A pista principal do Aeroporto de Congonhas passou por reformas e permaneceu fechada por 45 dias. A liberação ocorreu no último dia 29 de junho sem a conclusão do grooving, que são as ranhuras na pista que evitam derrapagens e ajudam na drenagem de água. Por que essa liberação foi autorizada?
- O que o piloto fez?
Relatos dão conta de que o piloto do Airbus A320 teria tentado arremeter, isto é, levantar vôo com a aeronave quando percebeu que não teria tempo ou espaço para frear na pista. Como foi feita essa manobra?
- Havia excesso de água na pista?
O volume de chuvas em São Paulo durante toda a terça-feira foi elevado. Quando o nível de água na pista (lâmina) atinge a altura de 3mm, pousos e decolagens são paralisados. Qual era a lâmina no momento do acidente?
- Coincidência ou reincidência?
Em dezembro de 2006, um avião da TAM que fazia a linha 3054 (mesma do acidente desta terça) saído de Porto Alegre em direção a São Paulo foi obrigado a retornar ao aerporto gaúcho após 8 minutos de vôo por conta de problema de despressurização da cabine. A aeronave era a mesma?
- Os equipamentos falharam?
Houve falha técnica na aeronave ou nos equipamentos de controle de vôo?
Veja acidentes ocorridos em Congonhas
Julho de 2007 - Um avião da companhia Pantanal derrapou na pista do Aeroporto de Congonhas no dia 16 de julho de 2007. A aeronave, que chegava de Araçatuba, invadiu o canteiro central entre a pista principal e a auxiliar.
Julho de 2007 - As asas de aviões da TAM e Gol se chocaram em solo no dia 24 de junho, antes da decolagem.
Janeiro 2007 - Uma lâmina d’água obrigou o piloto de um Boeing 737 da Varig a realizar uma freada mais brusca durante a aterrissagem. Não houve feridos.
Março de 2006 - Um Boeing da BRA, com 115 passageiros, deslizou na pista principal do aeroporto e parou a poucos metros de avenida Washington Luís.
Outubro de 1996 - O Fokker 100 da TAM caiu no bairro do Jabaquara, em São Paulo, logo depois de decolar do aeroporto de Congonhas. O vôo 402 - como ficou conhecido - tinha como destino o Rio de Janeiro. Entre os 99 mortos estavam 90 passageiros, seis tripulantes, e três pessoas que foram atingidas no solo.
Nota da redação: Até quando teremos que esperar, e quantas pessoas precisaram morrer para que seja tomada alguma providência a esse respeito. Como sempre existem pessoas oportunistas que querem somente aparecer e não tem nada a acrescentar. Todos sabem das condições desse aeroporto que foi engolido pela cidade de São Paulo. E agora? Vão culpar quem?
PS: Isso mesmo, não tem nenhuma foto ou vídeo! Não somos carniceiros.
Marcadores: [PT]avião, TAM, acidente, vôo JJ 3054, vôo 3054[/PT]

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messias Disse:
esta na hora das autoridades brasileiras pararem de fazer politicagem e olhar mais para a seguranca do povo brasileiro nos aeroportos presidente lula.
Enviado em 19th July, 2007 as 2:08 pm
Iceman Disse:
Pois é Messias.. como diz o ditado:
“A mentira tem pernas curtas, usa barba e tem um dedo a menos”
Enviado em 19th July, 2007 as 2:33 pm
wenis Disse:
que isso, o que se tem que fazer é o seguinte,instalarem nos boings, o mesmo sistema que tem nos caças, o AUTO EJECT, claro no caso de um boing, teria que ser ativado pelo piloto, sei que ficaria mais cara a passagem, mais eu pagaria o triplo em troca de segurança, pensa bem, foram 19 segundos sem controle, da nave, se tivesse o eject, todos poderiam se salvar! como fazer isso!
é problema de engenheiro, mais eu sei que tem como!! se for preciso eu mesmo invento , se for para salvar as vidas, sei tambem que ja existe esse projeto, por que nao o coloca em pratica ninguem , sabe
talvez seja mais barato , ver as pessoas morrerem do que , investir em alta segurança é isso
Enviado em 2nd August, 2007 as 5:01 pm
rolando galante Disse:
ref. tamjj3054 infelizmente o público jamais saberá os motivos reais do acidente, mas os profissionais de aviação sabem imediatamente as razões com uma porcentagem de erro muito pequena e naturalmente por infinitos motivos todos se calam! e as comissões que investigam os acidentes? entendam as comissões são formadas por pessoas altamente capazes técnicamente o problema é que há interesses envolvidos muito grandes,explico; o fabricante não aceita jamais que a culpa é sua, as autoridades responsáveis pela aviação do país também não! os pilotos através de seu sindicato também não! todo acidente aéreo é na vewrdade uma somatória de erros cometidos quase sempre por falha humana, mas quem tem coragem de assumir? ningúem! após um acidente começam os ensaios de acusações, quando a parte acusada como responsável rebate a acusação com veemencia técnica comprobatória quem acusou retira a acusação dizendo que seu “laudo não era conclusivo” epor aí vai! meses,anos depois quando todos os envolvidos (fortes) estiverem de acordo é que sai a conclusão final de maneira conveniente para todos, o relatório com raras exceções é POLITICO. o caso do TAM em sp é muito simples,tudo que se tem alegado tem fundamento técnico relativo, falam do reversor inoperante, fiquem sabendo quem não sabe que o reversor (ambos inoperantes) não restringe a operação da aeronave em pista molhada, para decolagem em pista molhada dependendo da lamina de agua são aplicadas restições que diminuem o peso total da aeronave é permitido pelo fabricante operar até 1/2″ (12,7m/m) mas as cias a´reas tôdas operam com valores abaixo disso para aumentar ainda mais a segurança, o pouso com ambos reversores inoperantes é de fato mais restritivo com pista molhada porque outros sistemas deverão todos estar operantes tais como freios, antiskid, flaps, speed-brake etc. mão há necessidade de maiores explicaçoes a rwspeito deses sistemas porque são de dificil compreensao para o leigo e todos estavam operando portanto o piloto não precisava ir para outro aeoporto só porque o um reversor estava inoperante,a pista estava molhada sim, mas a quantidade de água não era para assustar. GROOVE ´e um auxilio a mais que os principais aeroportos no mundo inteiro estão adotando é “coisa relativamente nova na aviação” o GROVE sequer é levado em conta pelos fabricantes de aviões não é computado para o efeito de parada na pista . a conclusão final do acidente seja qual fôr estejam certos será POLITICA.
Enviado em 26th January, 2008 as 11:31 am
barbara alicia de paula sousa Disse:
eu achei muitooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooochato insuportável e muito mais…
Enviado em 3rd May, 2008 as 5:00 pm